Por Pietra Inoue

Na nossa sociedade já estamos acostumados a ver por aí cães-guia para pessoas com deficiências visuais, é um assunto que já foi muito recorrente e agora já está inteiramente difundido nos costumes da comunidade. Mas ainda há uma variação de finalidade para cães treinados, e esses são os cães de apoio emocional. 

Sendo apenas agora mais conhecidos, os cães de apoio emocional tem uma tarefa parecida, mas ainda assim, bem diferente da dos cães-guia. Ambos passam por um sério processo de adestramento e educação para se portarem bem em espaços públicos, pois são treinados para ajudar, melhorar e facilitar a vida do seu tutor – uma pessoa com deficiência –. Os cães-guia são preparados exatamente para guiar seus donos e ajudá-los a se locomoverem com mais facilidade, enquanto os cães de apoio emocional, por outro lado, têm o trabalho de observar atentamente e trazer conforto ao seu detentor. 

Animais de apoio emocional no geral são opções de tratamento oferecidas para pessoas com doenças psiquiátricas, como depressão e ansiedade, devendo haver uma carta do profissional da saúde atestando a necessidade do cão de apoio. Eles oferecem uma forma de terapia para seus donos necessitados de um maior cuidado. Dentre suas funções, pets de apoio emocional devem ajudar seus tutores com exercício e socialização, redução do stress, dar segurança e conforto psicológico em situações potencialmente difíceis.

Por mais que o intuito seja o mesmo – facilitar a vida da pessoa com deficiência –, há uma diferença entre cães de serviço e cães de apoio, uma vez que os cães de apoio são exclusivamente para fins de conforto emocional, não precisando ser treinados para realizarem tarefas. Ainda assim, é importante lembrar que, independente da sua função, nunca se deve interagir ou interromper cães em treinamento, uma vez que aquilo é o trabalho dele, e ele não pode ser distraído, pois pode levar a por em risco a segurança ou o bem-estar do seu tutor.